O artigo “Brenda Lee e o apagamento trans e travesti: o silêncio como instrumento de anulação epistêmica” analisa o apagamento histórico e epistêmico das experiências de mulheres trans e travestis na construção das políticas públicas de saúde no Brasil. A partir da trajetória de Brenda Lee, o texto discute o contexto da redemocratização e o início da epidemia de HIV/AIDS nos anos 1980, destacando como a operação policial Tarântula produziu criminalização, violência e silenciamento de travestis sob o pretexto do combate ao vírus.
O texto integra a Revista da Plataforma Brasileira de Política de Drogas, v.6, n.6 (outubro de 2024), contribuindo para os debates sobre saúde, memória, redução de danos e justiça epistêmica.
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